Crítica | Mamma Mia: Lá Vamos Nós de Novo

Crítica | Mamma Mia: Lá Vamos Nós de Novo

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Após dez anos, a humanidade é abençoada com a continuação do musical Mamma Mia.

O primeiro questionamento que surge ao ver o filme é: “Mamma Mia: Lá Vamos Nós De Novo” é uma continuação com flashbacks ou um prelúdio com flashfowards? Retornamos a ilha de Kalokairi em dois momentos distintos: quando Donna conhece os três possíveis pais de sua filha e quando Sophie está prestes a se tornar mãe.

É reconfortante rever os personagens que já conhecemos e temos apego, ao mesmo tempo em que é deliciosamente divertido vê-los em sua juventude. Há uma energia diferente no longa, é mais jovial do que o primeiro trazendo ótimas piadas que, infelizmente, estão totalmente expostas no trailer.

No entanto, os primeiros minutos da obra são estranhos. Sente-se falta de algo, ou mais precisamente, sente-se falta de alguém: Meryl Streep. Se tivessem me dito que o tempo de tela da atriz seria tão pequeno, eu teria torcido o nariz e esbravejado furiosamente. Afinal como Ol Parker, diretor e roteirista, ousa fazer Mammia Mia com uma dose tão pequena de Meryl?

Mas talvez essa característica seja o ponto principal que faz o filme funcionar tão bem. Todos sentem falta. Sophie sente falta de sua mãe, Rosie sente falta de sua amiga, Sam sente falta de sua esposa e os fãs sentem falta de Meryl. Contudo, a surpreendente atuação de Lily James faz com que em momento nenhum o espectador sinta falta de Donna Sheridan. Sua presença está sempre lá.

Além disso, a trilha sonora e as performances estão tão incríveis quanto no primeiro filme. Cada instrumental utilizado é uma música do filme anterior, capaz de causar arrepios nos fãs mais assíduos. Mas ainda mantem-se a tradição por trás de "Dancing Queen"  e "Mamma Mia" que são o ponto culminante da narrativa.

"Mamma Mia: Lá Vamos Nós de Novo" é um filme simples porém extremamente bem feito para agradar o seu público. Traz a dose certa de comédia, drama, música e romance. 

9

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